Um novo advogado defende a mulher acusada de matar o companheiro com dois tiros. Recentemente, a investigada passou a contar com um novo representante legal: o advogado criminalista Dr. Lucas Flauzino, profissional com vasta experiência na defesa de crimes contra a vida.
De acordo com o advogado, a conduta de Celma teria sido motivada pela necessidade de preservar a própria vida. “Celma somente agiu dessa forma a fim de preservar sua vida. Caso contrário, seria apenas mais uma mulher assassinada no nosso país, integrando os índices de feminicídio”, afirmou.
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Segundo apurado, a mudança na representação jurídica ocorreu por motivos de foro íntimo, sendo uma decisão pessoal da investigada.
Ainda conforme divulgado, o novo defensor acompanha de perto os desdobramentos da apuração, mantendo o compromisso de garantir que todos os direitos da acusada sejam respeitados, reforçando os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.
A entrada de um novo advogado pode indicar uma reorganização da estratégia jurídica, seja para uma análise mais detalhada dos autos, seja para a adoção de novas medidas legais cabíveis.
Relembre o caso
A advogada é acusada de matar o companheiro com dois disparos de arma de fogo. Celma se apresentou voluntariamente à Polícia Civil após o ocorrido e confessou ter efetuado os disparos.
A investigada alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que se encontrava sob risco iminente à própria vida. Essa versão, no entanto, segue sendo analisada e questionada no curso das investigações policiais.
A vítima foi identificada como João Felipe Lopes Gimenes, de 30 anos, com quem Celma mantinha um relacionamento.
Após a confissão, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar detalhadamente as circunstâncias do fato, incluindo as declarações da acusada e a análise de provas técnicas que possam confirmar ou afastar a tese de legítima defesa.








