O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta quarta-feira (1), mais de R$ 35,9 milhões em investimentos para ampliar o acesso ao saneamento básico nos municípios de Botelhos, Campestre e Capetinga, no Sul de Minas Gerais. As ações integram um conjunto estratégico voltado à melhoria da qualidade de vida da população e à recuperação ambiental do Lago de Furnas.
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Os recursos são provenientes do Programa de Revitalização de Recursos Hídricos, criado após a desestatização da Eletrobras, e são destinados à revitalização das bacias dos rios São Francisco, Grande e Paranaíba. O pacote contempla obras de coleta e tratamento de esgoto, implantação de interceptores, redes coletoras e ações de recuperação ambiental. Os projetos contemplados foram apresentados pelo ministro, que articulou a aprovação no comitê responsável. As obras integram as ações do Novo PAC.
Segundo o ministro Alexandre Silveira, os investimentos representam um avanço concreto na agenda de infraestrutura e sustentabilidade da região. “São obras estruturantes, que impactam diretamente a saúde pública, preservam os recursos hídricos e evitam que o esgoto sem tratamento continue sendo lançado nos cursos d’água que deságuam no Lago de Furnas, além de promover desenvolvimento com responsabilidade ambiental”, afirmou
Em Botelhos, será implantada uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com investimento de R$ 3 milhões. O projeto prevê a reestruturação do sistema no distrito de Palmeiral, garantindo o tratamento adequado dos efluentes e evitando o lançamento de esgoto in natura nos cursos d’água que abastecem a região, especialmente a represa da Graminha, integrante da bacia do Rio Grande.
Já em Campestre, o investimento chega a R$ 22,4 milhões para a implantação completa do sistema de esgotamento sanitário. A iniciativa inclui a construção de uma ETE com tecnologia de tratamento anaeróbio, além da execução de mais de 11 mil metros de redes coletoras e interceptores e cerca de 3,3 mil ligações domiciliares
Em Capetinga, serão destinados R$ 10,55 milhões para a implantação do sistema integrado de esgotamento sanitário, incluindo a construção de interceptores e de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). O projeto prevê a instalação de aproximadamente 5 mil metros de redes interceptoras ao longo dos cursos d’água urbanos e a edificação de uma ETE com capacidade para tratar 100% do esgoto gerado na área urbana do município.
Os recursos, articulados pelo ministro, são provenientes do Programa de Revitalização de Recursos Hídricos, criado após a desestatização da Eletrobras, e contemplam obras de coleta e tratamento de esgoto, implantação de interceptores, redes coletoras e ações de recuperação ambiental.








