Dois comerciantes foram presos por vender bebidas alcóolicas falsificadas em conveniências de Águas da Prata e São João da Boa Vista, nesta semana.
De acordo com a Polícia Civil, um representante da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) foi até a delegacia informar que alguns estabelecimentos estavam com suspeita de expor e vender bebidas com sinais de adulteração.
O caso foi registrado como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.
Junto com o representante, os policiais civis foram até uma conveniência na Avenida Doutor Eduardo Lírio, no Jardim Águas da Prata, em Águas da Prata. No local, os agentes encontraram duas garrafas de whisky e uma de vodka, expostas à venda, com sinais de adulteração.
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As características analisadas como tampa, rótulo, contrarrótulo e selo de IPI, além das condições gerais da garrafa, não correspondiam aos produtos autênticos. As mercadorias e o celular do indiciado foram apreendidos.
Os policiais encontraram duas fichas de sorteios não autorizados pela loteria, que também foram apreendidas, no balcão. O indiciado assumiu a propriedade das mercadorias ilícitas e disse ter notas fiscais das bebidas.
Ele foi conduzido à delegacia e, posteriormente, foi encaminhado à cadeia. O representante da Abrabe lavrou um termo de inautenticidade das bebidas.
O caso foi registrado como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais e loteria não autorizada.
Prisão em São João da Boa Vista
Já em São João da Boa Vista, os policiais e o representante da Abrabe foram até uma conveniência na Rua Henrique Cabral de Vasconcelos, no Jardim São Nicolau. No local, a equipe encontrou uma garrafa de whisky exposta na prateleira, com sinais de adulteração.
De acordo com a Polícia Civil, a forma como a garrafa estava lacrada foi divergente do produto original, sendo que as características analisadas não correspondem a dos produtos autênticos. Outras quatro bebidas alcóolicas importadas apresentavam a mesma modificação.
O proprietário do estabelecimento compareceu ao local e foi abordado pelos policiais. Ele assumiu a propriedade das mercadorias ilícitas e disse não ter notas fiscais, não sendo possível verificar se o tributo foi recolhido. Os produtos foram apreendidos.
A polícia informou que ele foi conduzido à delegacia, mas não foi autuado em flagrante pelo crime de descaminho [importar ou exportar mercadoria sem pagar tributos], por tratar-se de produtos inferiores a R$ 20 mil.
No entanto, ele permaneceu preso pela adulteração das bebidas. O representante da Abrabe lavrou um termo de inautenticidade das bebidas.
Com informações do g1






